quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Maria Gadú faz apresentação única no Planetário da Gávea

A cantora Maria Gadú fecha a terceira temporada do projeto Astros em Cena, amanhã, sexta-feira, dia 18, no Planetário da Gávea, com sucessos que prometem emocionar o público.
Sob o céu estrelado da Cúpula Carl Sagan, Gadú vai apresentar os sucessos que a consagraram como uma das mais marcantes vozes no cenário nacional.

Além da estrela principal da noite, o espetáculo tem como objetivo integrar astronomia e arte. Antes da apresentação, será exibido o filme de curta-metragem Sons do Universo, produzido especialmente para a temporada 2011 do projeto. A partir das 17h, os fãs poderão trocar 1 kg de alimento não perecível por um ingresso.

Maria Gadú vai a show de Ringo Starr no Rio de Janeiro


O ex-Beatle Ringo Starr se apresentou na noite desta terça-feira no Citibank Hall, na Zona Oeste do Rio, com a presença de muitos famosos na plateia.
A segurança na entrada do show foi para todos, nem celebridades escaparam. O cantor Ed Motta foi clicado durante o procedimento. O sobrinho de Tim Maia levou vários LPs de Ringo e jurou que ia conseguir um autógrafo. "Eu sou fã, e vou conseguir", disse ao chegar.
Tambem estiveram presente o ator Jaime Matarazzo... Maria Gadu...Fernanda Rodrigues com o marido Roni, Natália Dill. O baterista João Barone, dos Paralamas do Suc

esso...

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Maria Gadú no Anjo Solto, em Pernambuco

Enquanto Caetano seguiu para o Oficina do Sabor, Maria Gadú optou por um lugar mais agitado. Ela e toda a equipe da produção foram para o Anjo Solto, na Galeria Joana D’Arc.

Foto: Waldemiro Neto


Fonte: JoãoAlberto

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

"Mais Uma Página do Mesmo Livro", novo CD da Maria Gadú


Intitulado "Mais Uma Página do Mesmo Livro", o segundo álbum de estúdio de Maria Gadú chega às lojas neste mês de novembro de 2011 pela Som Livre e já tem faixa disponibilizada para download gratuito no site oficial da cantora. Trata-se de Axé Acappella, música de Dani Black e Luisa Maita. A batida densa da gravação altera a receita pop radiofônica seguida por Gadú em seu primeiro disco, conectando a artista com sons da cena indie paulista. Vale ouvir!

Novo álbum de Maria Gadú terá duas composições do cantor e compositor Dani Black

Foto: Gabriel Martau Joner
Dani Black que faz participação no 1º DVD da Maria Gadú com as canções “Aurora” e “Só Sorriso”, em belíssimos duetos. Também estará contribuindo no novo CD da Gadú, com as suas duas composições “Axé Acappella” (junto com a cantora e compositora Luisa Maita) e “Linha Tênue”.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Caetano e Maria Gadú no Pavilhão Rosa Mota, Porto-Portugal

 A plateia do Pavilhão Rosa Mota aguardava ansiosa a entrada de dois mentores da alma e da poesia pela música: Caetano Veloso e Maria Gadú. A ânsia justifica-se, por um lado o ancião, poeta e cantor e, por outro, a jovialidade e espiritualidade de Maria Gadú com sua voz encantada.
A “Beleza pura” ecoa a duas vozes servindo-se de uma harmonia tão poderosa, de perfeita comunhão como que um elo de espírito patriarcal.
O palco, adornado com um mundo de papel, é preenchido com Maria Gadú sozinha, nos ditando a “Bela Flor” contando o “Encontro” mostrando que seria melhor “Tudo Diferente”. Porque a arte se entrelaça com a vida na “Dona Cila” que tem seus “Escudos” apoiados num “Altar Particular” descartando a máscara social nos “Podres Poderes”.
Sob um ensurdecedor aplauso Caetano Veloso regressa ao palco e acompanhado pela voz de Maria Gadú e pelo coro da plateia ouvimos “O Quereres” e “Sampa”.
Agora viajámos, o guia é Caetano Veloso, pela memória, para a história da América pelos “Milagres do Povo” recordando a nossa natureza de “Genipapo Absoluto” contrapondo-se com a natureza humana conflituosa “Odeio”, “De Noite na Cama” ou libertina “Desde que o Samba é Samba”.
No primeiro acorde de “Silêncio” a plateia cantou o amor e a memória do presente, passado e futuro do caos e do acaso. «De seguida vou cantar uma música que compus com a idade da Maria» um hino à liberdade e à vontade da inocência presenteada pelo sonho, servindo até mesmo de brincadeira uma falha de memória do poeta.
“Shimbalaiê” junta novamente os artistas, abraçam-se cumplicemente, e brincam com a história da arte da Vaca Profana, de uma fixação “Rapte-me, Camaleoa” e da tristeza de um adeus que não cabe num espaço físico “Trem das Onze”. Sentimos o fim pela “Leãozinho” e receando ficar sem rumo “Odara”.
O encore é exigido por um público frenético por mais emoções, aplaudindo e marchando sobre si mesmo tornando-se orquestral. Fomos presenteados pelo “Nosso Estranho Amor”, “Vai Levando”, “Menino do Rio” e um encore de encore lançou os últimos pozinhos mágicos.

Fotos: Daniel Amado



Fonte: www.imagemdosom.com